Seja Bem-Vindo à Remo Incorporadora.

A partir de agora, você tem a oportunidade de participar de mais um empreendimento da Remo Incorporadora. Você poderá desfrutar de todas as vantagens e qualidade de vida que desempenhamos a cada novo projeto.

Desde 1997, a Remo desenvolve e realiza empreendimentos diferenciados e de sucesso. Somos sinônimo de confiança, qualidade e segurança nos segmentos de loteamentos, casas, edifícios residenciais e comerciais. Para que todo o nosso público tenha acesso às melhores informações, criamos esta página.

Aqui, temos o propósito de fornecer informações sobre a utilização, conservação e manutenção de seu imóvel, com o intuito de poupá-lo de transtornos e despesas desnecessárias, além de capacitá-lo a efetuar pequenos reparos. Este guia também tem o intuito de esclarecer dúvidas sobre a Assistência Técnica, quando necessário, e questões de relacionamento do cliente com a empresa e com o Condomínio.

Ter você como cliente é motivo de alegria para nós. Por isso, queremos criar um relacionamento de sucesso. A Remo está comprometida em atender suas necessidades e sempre superar suas expectativas. Estamos à disposição para eventuais esclarecimentos que se fizerem necessários.

Equipe REMO

  • ENERGIA ELÉTRICA

Seu imóvel possui todos os pontos de energia prontos para a colocação de aparelhos. Todavia, é necessário que você faça a solicitação de ligação de energia à concessionária (informando nome completo, RG, CPF do proprietário e o endereço completo do imóvel) para instalar o medidor.

  • ÁGUA

A solicitação de ligação e individualização dos hidrômetros de água junto à concessionária é de responsabilidade do síndico. Após a ligação desta, é gerada uma cobrança da taxa básica independentemente do uso. Esta é de responsabilidade do proprietário do imóvel.

  • TELEFONE, INTERNET E TV A CABO

Toda a rede, que corresponde à tubulação, fiação e instalação das tomadas, foi projetada e executada dentro dos padrões e critérios padronizados pela concessionária local. O seu imóvel já se encontra pronto para a ligação de uma linha telefônica, internet e TV a cabo. Para proceder à ligação destes itens, basta que, possuindo ou após a locação de uma assinatura, você entre em contato com a operadora e solicite a sua instalação.

  • GÁS

Cada imóvel possui o seu ponto de gás individualizado. Em apartamentos, geralmente, a cobrança é feita junto à cobrança da taxa de Condomínio, mas também poderá ser individualizada em alguns casos. Em Condomínios horizontais, cada unidade tem a sua própria instalação de botijão de gás.

  • PAGAMENTO DA TAXA DE CONDOMÍNIO

Após a instalação do Condomínio e a eleição do síndico e dos conselhos, a assembleia define uma previsão orçamentaria para o início das atividades do Condomínio. A taxa é feita por unidade e é de responsabilidade do proprietário do imóvel, independentemente do recebimento da unidade.

  • OBRAS E REFORMAS NA UNIDADE

Antes de iniciar qualquer reforma na unidade adquirida ou na área comum do Condomínio é importante verificar as características gerais da construção. As plantas de arquitetura, elétrica e hidráulica/sanitário da unidade poderão ser encontradas no Manual do Proprietário. As plantas da área comum são entregues ao síndico do empreendimento.
Todos os imóveis da Remo Incorporadora são construídos a partir de projetos elaborados de acordo com as Normas Técnicas vigentes e exigências das concessionárias locais e sujeitos, quando exigido, à aprovação dos órgãos competentes. O proprietário somente poderá realizar “obras” complementares em seu imóvel, como colocação de armários embutidos, alteração de revestimentos, abertura ou fechamento de vãos, após a entrega das chaves, quando ele assume total responsabilidade sobre o imóvel e sobre a sua manutenção. A Remo Incorporadora não assume qualquer responsabilidade por reformas que alterem o projeto original, sendo que esses procedimentos podem acarretar a perda da garantia quanto a vícios ocultos dos materiais e serviços dos locais modificados.
Quaisquer alterações das características originais do imóvel podem afetar o desempenho estrutural, térmico e acústico da unidade. Todas as modificações devem ser feitas com orientação de profissionais. É importante comunicar o síndico e montar um esquema para retirada de entulho. A fachada do imóvel é considerada parte comum e não poderá ser alterada (formato, acabamento etc.) sem a aprovação da Assembleia do Condomínio.

    • Colocação de acessórios em paredes e pisos

Antes de perfurar paredes para fixação de quadros, armários, prateleiras, cortinas ou outros objetos, certifique-se de que a alvenaria resiste ao peso do elemento a ser sustentado e assegure-se de que não haverá agressão alguma às instalações embutidas na parede (pilares ou vigas).
Cuidado especial deve ser tomado nas instalações de espelhos e acessórios nos banheiros, área de serviço e cozinha, graças às instalações hidrossanitárias.
Ao executar armários embutidos sob as pias de banheiros e cozinhas, deve-se tomar muito cuidado para que os sifões e ligações flexíveis não sofram impactos, pois as junções podem ser danificadas, provocando vazamentos.
Evite a perfuração da parede próxima ao quadro de luz e nos alinhamentos de interruptores e tomadas, para prevenir acidentes com os fios elétricos.

    • Instalação de armários

A instalação dos armários poderá acontecer somente após o recebimento da unidade pelo cliente. O armazenamento e recebimento, da mesma forma, são de responsabilidade do cliente. É importante que o proprietário do imóvel acompanhe a instalação dos armários para que não ocorra perda de garantia dos itens instalados pela Remo Incorporadora.

  • DICAS PARA MUDANÇA

Para que a realização da mudança para o seu imóvel seja tranquila e sem a ocorrência de imprevistos, é aconselhável que se faça um planejamento, tomando-se algumas precauções:
– Comunicar à Administração do Condomínio a data e o horário da mudança, com antecedência;
– A mudança deverá ocorrer no horário adequado, respeitando o Regulamento Interno do Condomínio, e deverá ser verificado com o condomínio como será o acesso dos prestadores de serviço no empreendimento;
– Determinado o dia e horário da mudança, solicite ao zelador que reserve espaço para o caminhão.

    • Transporte de móveis

Para a decoração da sua casa, verifique a forma de transporte dos móveis considerando os seguintes aspectos:
– As dimensões dos móveis e/ou equipamentos devem ser compatíveis com as dimensões dos ambientes;
– As dimensões dos móveis e/ou equipamentos devem ser compatíveis com o vão das portas de acesso à casa, assim como as de acesso aos demais ambientes;
– Quando ocorrer sua mudança, procure orientar os carregadores para não baterem os móveis em cantos, esquadrias ou paredes; não arranharem os pisos, pois a correção de eventuais danos é trabalhosa, inconveniente e tem custo.

Com o intuito de manter o padrão de qualidade do imóvel por um período maior, é importante que o usuário o utilize de forma correta e promova a manutenção preventiva de sua unidade. Assim, haverá um menor desgaste de materiais e peças, evitando-se a danificação e o envelhecimento precoce.
Os materiais aplicados no seu imóvel têm origens e composições diversas e a limpeza e conservação deles diferem conforme as características específicas de cada um e o local de suas aplicações. Utilizar produtos de limpeza adequados a cada um deles, e que não sejam agressivos a suas composições, contribuirá para sua maior durabilidade. Lembrando que não devem ser utilizados produtos que não contenham a formulação explicitada em sua embalagem.
Lembre-se de que a má utilização ou o uso inadequado das instalações ou equipamentos poderá acarretar em despesas extras ou perda das garantias.
É imprescindível que o proprietário repasse as informações contidas neste manual aos demais usuários do imóvel.

  • DICAS DE SEGURANÇA
    • Não utilize qualquer aparelho sanitário (bacias, caixa acoplada, tanque, lavatórios) como ponto de apoio, pois este pode se quebrar e provocar um acidente.
    • Não se pendure nas janelas para limpeza dos vidros ou fixação de grades e redes; utilize utensílios com cabos alongados especiais para esse fim.
    • No caso de ausências prolongadas, é aconselhável desligar a chave geral de energia elétrica (se possível).
    • Apesar dos riscos de incêndio em condomínios residenciais serem pequenos, eles podem ser provocados por descuidos como esquecer ferros de passar roupas ligados, panelas superaquecidas, curtos-circuitos ou até mesmo cigarros mal apagados.

 

  • DICAS DE LIMPEZA

A seguir estão descritos alguns cuidados nas operações de limpeza e manutenção de vários acabamentos de seu imóvel. Leia com atenção.

    • Aço Inoxidável
      • Limpeza
        • Use apenas água e sabão neutro para retirar gorduras das cubas de aço inox. Nunca use materiais abrasivos como esponja de aço, sapólio etc.;
        • Após a lavagem, passe pano com álcool para devolver o brilho natural ao aço inox;
        • Para renovar o lustro, aconselha-se o uso de Kaol (produto para polimento) ou pó de gesso.
      • Cuidados no uso
        • Evite o acúmulo de louça dentro da pia, pois o excesso de peso pode ocasionar o rompimento de sua fixação na bancada.

 

    • Azulejo e cerâmicas
      • Limpeza
        • Evite o uso de detergentes agressivos, ácidos ou soda cáustica, bem como escovas e produtos concentrados de amoníaco que atacam o esmalte das peças e seu rejuntamento;
        • A limpeza ou lavagem destes revestimentos poderá ser feita com sabão em pó neutro, utilizando pano úmido ou esponja;
        • Não utilize palhas ou esponjas de aço na limpeza;
        • Na limpeza, tome cuidado com encontros de paredes com tetos em gesso, para evitar manchas;
        • Não utilize objetos cortantes ou perfurantes para auxiliar na limpeza dos cantos de difícil acesso, utilize sempre escova apropriada;
        • Não raspe com espátulas metálicas. Utilize, quando necessário, espátula de PVC.
        • Não utilize bombas de pressurização de água na lavagem, bem como vassouras de piaçava ou escovas com cerdas duras, pois estas podem danificar o rejuntamento.
      • Manutenção preventiva
        • Semestralmente, deve ser feita a revisão de rejuntamento, principalmente na área para box de chuveiro. Isso porque a água quente com sabão ataca o material, podendo provocar no futuro infiltrações para o andar de baixo. Para refazer o rejuntamento, utilize materiais apropriados existentes no mercado e mão-de-obra especializada;
        • O rejuntamento de cerâmicas e azulejos, quando aplicados em áreas laváveis ou expostas ao tempo, deve ser revisado a cada 3 meses.
        • A manutenção do rejuntamento consiste em reparar eventuais buracos ou pequenas trincas. As proporções adequadas para mistura são 1kg de cimento branco para 250ml de cola branca (cola tipo “Cascorez”, encontrada em lojas de materiais de construção), sendo que a mistura de corantes deve obedecer à proporção adequada para obtenção da cor original do rejunte ou a utilização do rejunte pronto;
        • Cerâmicas e azulejos com defeitos, trincados ou quebrados devem ser reclamados no ato da vistoria.
      • Cuidados no uso
        • Evite bater com peças pontiagudas, que podem causar lascamento nas peças cerâmicas;
        • Antes de perfurar qualquer peça, deve-se consultar para evitar perfurações em tubulações;
        • Para fixação de móveis ou acessórios, utilize somente parafusos com buchas especiais, evitando impacto nos revestimentos que possam causar fissuras;
        • Tenha cuidado no transporte de eletrodomésticos, móveis e materiais pesados. Não os arraste sobre o piso, a fim de evitar riscos, desgastes e/ou lascamentos.
        • Em caso de azulejos ou cerâmicas trincadas ou quebradas, recomenda-se proceder a substituição imediata, uma vez que há riscos de cortes em pessoas, infiltrações ou descolamento de peças.

 

    • Esquadrias de Aço
      • Limpeza
        • Limpe periodicamente com uma flanela ou pano macio seco, para remover de poeira;
        • Nos cantos de difícil acesso, use pincel de pelos macios;
        • Para remover fuligem, limpe com água quente e seque com pano macio;
        • Lave com água e sabão (detergente) diluído com água. Enxugue para remover detritos de pássaro ou sujeiras acumuladas por períodos mais longos. Uma pequena quantidade de álcool (de 5 a 10%) na água será de grande auxílio;
        • Para remover respingos de tinta a óleo, graxa ou massa de vedação, passe um solvente tipo Varsol ou querosene (não use thinner);
        • Caso ocorram respingos de cimento, gesso, ácido ou tinta, remova imediatamente com um pano úmido e, logo após, passe uma flanela seca;
        • Não utilize qualquer tipo de palha de aço;
        • Não use, em hipótese alguma, fórmulas de detergentes com saponáceos;
        • Não use produtos ácidos ou alcalinos, pois sua aplicação poderá causar oxidação tornando a pintura opaca;
        • As janelas e portas de correr exigem que seus trilhos inferiores sejam constantemente limpos, evitando-se o acúmulo de poeira. Com o passar do tempo, resíduos podem se compactando pela ação de abrir e fechar, se transformando em crostas de difícil remoção, comprometendo o desempenho das roldanas e exigindo a sua troca precoce;
        • Não remova, em caso algum, as borrachas ou massas de vedação para evitar infiltrações indesejáveis;
        • Mantenha os drenos (orifícios) dos trilhos inferiores sempre bem limpos, principalmente na época de chuvas mais intensas, pois é a causa principal de aborbulhamento e vazamento de água para o interior do ambiente;
        • Todas as articulações e roldanas trabalham sobre a camada de náilon auto lubrificante, razão pela qual dispensam quaisquer tipos de graxa ou óleo lubrificante. Estes produtos não devem ser aplicados nas esquadrias, pois a composição destes pode conter ácidos ou componentes não compatíveis com os materiais usados na fabricação das esquadrias;
        • Após a limpeza, por qualquer dos métodos acima, é aconselhável aplicar uma camada de cera líquida ou de removedores à base de cera;
      • Manutenção preventiva
        • Não apoie escadas ou outros objetos na superfície das esquadrias, e evite pancada sobre estas superfícies;
        • As janelas devem correr suavemente, não devendo ser forçadas;
        • Os trincos não devem ser forçados. Se necessário, aplique suave pressão ao manuseá-los;
        • As esquadrias modernas são fabricadas com utilização de acessórios articuláveis (braços, fechos e dobradiças) e deslizantes (roldanas e rolamentos) de náilon, que não exigem qualquer tipo de lubrificação, uma vez que suas partes móveis, eixos e pinos são envolvidos por uma camada deste material especial, auto lubrificante, de grande resistência ao atrito e às intempéries;
        • As borrachas ou massas de vedação nunca devem ser retiradas, ao contrário, devem receber periodicamente tratamento com glicerina para evitar ressecamento e consequentemente infiltrações;
        • Periodicamente, reaperte delicadamente todos os parafusos aparentes dos fechos, fechaduras ou puxadores;
        • Verifique nas janelas de “máximo ar” a necessidade de regular o freio. Para isso, abra a janela até um ponto intermediário (30º), no qual ela deve permanecer parada e oferecer certa resistência a qualquer movimento espontâneo. A regulagem, caso necessário, deverá ser feita somente por pessoa especializada, para não colocar em risco a segurança do usuário ou de terceiros;
        • Verifique a vedação e a fixação dos vidros a cada ano;
        • A limpeza das esquadrias como um todo, inclusive guarnições de borrachas e escovas, deverá ser feita no mínimo a cada 12 meses.
      • Cuidados e observações
        • Antes de executar a pintura, proteja as esquadrias com fitas adesivas de PVC ou do tipo “crepe”;
        • Remova a fita imediatamente após a pintura, uma vez que elas contêm ácidos ou produtos agressivos que, em contato prolongado com as esquadrias, poderão danificá-las;
        • Caso haja contato da tinta com a esquadria, limpe imediatamente com pano seco e em seguida com pano umedecido em solução de água e detergente neutro;
        • Os acabamentos defeituosos ou quebrados de esquadrias devem ser reclamados no ato da vistoria.

 

    • Instalações elétricas
      • Limpeza
        • Efetue a limpeza nas partes externas das instalações elétricas (espelho, tampas de quadro etc.) somente com pano.
      • Manutenção preventiva
        • A manutenção preventiva das instalações elétricas é bastante simples e deve ser executada com os circuitos desenergizados (disjuntores desligados);
        • Quadro de distribuição de circuitos (uma vez por ano): reaperte todas as conexões; elimine pontos de fios que apresentarem sinal de superaquecimento; substitua os disjuntores com problemas ao religar; reveja os estados de isolamento das emendas de fios; desligue e religue os disjuntores do quadro elétrico (uma vez ao mês);
        • Tomadas, interruptores e pontos de luz (a cada 2 anos): reaperte todas as conexões; verifique o estado dos contatos elétricos e substitua as peças que apresentarem desgaste;
        • Chuveiros (2 vezes por ano): reaperte todas as conexões elétricas e verifique o estado do “aterramento” das carcaças de chuveiros. Caso o aparelho fique desligado por mais de 60 dias, faça a drenagem e limpeza antes de usar novamente.
      • Cuidados e observações
        • Ao lidar com eletricidade, use calçado com sola de borracha que isola do chão evitando choques;
        • Em caso de necessidade de corte de energia, sobretudo havendo dúvida sobre o disjuntor específico, desligue o disjuntor geral;
        • Quando o imóvel estiver desabitado, recomenda-se desligar o disjuntor geral no quadro de distribuição;
        • Não troque os disjuntores por outros de amperagem maior, pois tal atitude pode provocar danos na instalação;
        • Não manuseie aparelhos elétricos em contato com a água, pois isto pode ocasionar acidentes fatais;
        • O chuveiro elétrico não deve funcionar com pouca água, pois tende a aquecer a instalação e provocar uma sobrecarga;
        • Evite, sempre que possível, o uso de “tês” ou “benjamins” (dispositivos com que se ligam vários aparelhos a uma só tomada), pois eles também provocam sobrecargas;
        • Nunca segure dois fios ao mesmo tempo. O contato simultâneo com um fio positivo e um fio negativo pode ocasionar uma parada cardíaca. Isole sempre o fio que acabou de mexer, antes de desencapar o outro.
      • Parte da instalação não funciona
        • Verifique no quadro de distribuição se o disjuntor daquele circuito não está desligado. Em caso afirmativo, religue-o e, se este voltar a desarmar, solicite a assistência de técnico habilitado, pois duas possibilidades ocorrem:
          • O disjuntor está com defeito e será necessária à sua substituição por outro equivalente, ou;
          • Existe algum curto-circuito na instalação e será necessário o reparo deste circuito.
        • Eventualmente, pode ocorrer a “falta de uma fase” no fornecimento de energia, o que faz com que determinada parte da instalação não funcione. Nestes casos, somente a concessionária terá condições de resolver o problema, após solicitação do consumidor.
      • Superaquecimento no quadro de luz
        • Verifique se existem conexões frouxas e reaperte-as;
        • Verifique se existe algum disjuntor com aquecimento acima do normal, o que pode ser provocado por mau contato interno ou sobrecarga, devendo este ser substituído. A troca deve ser realizada por um profissional;
        • Os chuveiros, quando funcionam com pouca saída de água, tendem a aquecer a instalação, provocando sobrecarga. Estes aparelhos devem ter sempre resistência blindada, para evitar fugas de correntes.
      • Disjuntores desarmando com frequência
        • Verifique se há aquecimento do QDL ou se há conexões frouxas, que constituem fonte de calor, afetando a capacidade dos disjuntores. Um simples reaperto nas conexões resolverá o problema;
        • Outra possibilidade é de que o circuito esteja sobrecarregado com instalação de novas cargas, cujas características de potência são superiores às previstas no projeto. Tal fato deve ser rigorosamente evitado;
        • Pode existir falta de isolação da enfiação, provocando aparecimento de corrente para terra. Neste caso deve ser identificado o circuito com falha, procedendo ao desligamento de todos os disjuntores até que se descubra qual o circuito com problema, procedendo então ao reparo da isolação com falha;
        • Pode existir defeito de isolação de algum equipamento eletrodoméstico. Para descobrir qual o equipamento com defeito, proceda da maneira descrita anteriormente e repare a isolação do equipamento.
      • Dispositivo DR desarmando com frequência
        • Este dispositivo está localizado junto ao disjuntor Geral no Centro de Distribuição (QDL) e tem a finalidade de desenergizar todos os circuitos ligados a ele caso haja fuga de corrente no circuito.
        • Verifique se os equipamentos instalados no apartamento não estão com fuga de corrente, geralmente ocasionada por eletrodomésticos antigos e chuveiros elétricos que não possuem resistência blindada.
      • Chuveiro elétrico não esquenta água
        • Verifique se a chave de proteção no Quadro de Distribuição está desarmando. Caso esteja, religue-a;
        • Persistindo o problema, verifique se não ocorreu a queima da resistência do chuveiro elétrico. Se for o caso, substitua;
      • Choques elétricos em torneiras e chuveiros
        • Ao perceber qualquer sensação de choques elétricos, proceda da seguinte forma:
          • Desligue o disjuntor de proteção deste circuito, desligando, assim, o chuveiro;
          • Verifique se o fio terra do chuveiro não teve a sua seção interrompida;
          • Verifique se o isolamento dos fios de alimentação não foi danificado e se os fios estão fazendo contato superficial com alguma parte metálica da instalação hidráulica.
        • Caso nenhum dos itens tenha ocorrido, o problema possivelmente estará no isolamento interno do próprio chuveiro. Neste caso, mande repará-lo ou substituí-lo por outro de mesma característica elétrica.

 

    • Louças e instalações sanitárias
      • Limpeza
        • A limpeza das louças sanitárias deve ser efetuada somente com água, sabão desinfetante, evitando o uso de pós abrasivos (sapólio) e esponjas de aço que podem danificar as peças e os rejuntes;
        • A limpeza dos metais sanitários deve ser feita apenas com pano úmido. O uso de produtos abrasivos e esponjas de aço poderá danificar o acabamento e provocar a corrosão das peças;
        • Faça a limpeza de todos os “ralos” e sifões de pias e lavatórios periodicamente, para evitar entupimentos e mau cheiro, sendo conveniente que este serviço seja executado por um profissional especializado, para que não ocorra trincamento das peças e futuros vazamentos;
        • Na limpeza de ralos e sifões não use hastes ou arames inadequados, ácidos ou produtos cáusticos, acetona concentrada, substâncias que produzam ou estejam em alta temperatura;
        • Os aeradores (bicos removíveis) das torneiras podem acumular sujeiras provenientes da tubulação, por isso, devem ser limpos periodicamente (de preferência a cada 6 meses);
        • As sujeiras provenientes da tubulação poderão, também, entupir os chuveiros. Para limpá-los, verifique o quadro “Alguns problemas e como corrigi-los”;
        • Os cromados dos metais sanitários, ralos das pias e lavatórios e as louças devem ser limpos com água e sabão neutro; nunca use palha de aço.
      • Manutenção preventiva
        • Verifique periodicamente os ralos e sifões das louças, tanque e pias da sua casa, providenciando a limpeza com a retirada de todo e qualquer material causador de entupimento (piaçava, panos, fósforos, cabelos etc.);
        • As buchas das torneiras necessitam de ser periodicamente substituídas, proporcionando sempre boa vedação e evitando vazamentos;
        • Para prevenir entupimentos ou mesmo para desentupir pias e lavatórios, use apenas o desentupidor de borracha; nunca utilizar materiais à base de soda cáustica, arames ou ferramentas não apropriadas; caso não consiga resultado, chame profissional ou empresa especializada;
        • Em caso de necessidade, os acabamentos dos registros podem ser trocados, pelo mesmo modelo ou por outro, desde que do mesmo fabricante, evitando assim a troca da base;
        • As instalações hidráulicas estão conectadas às louças através de tubos flexíveis denominados “engates”. Caso os mesmos venham a ser danificados, causando vazamentos, substitua-os, tomando o cuidado de se fechar o registro geral de água antes da troca;
        • Por longos períodos de ausência, deve-se sempre manter os registros fechados;
        • Verifique, a cada 6 meses, os ralos e sifões das louças, tanques, lavatórios e pias;
        • Substitua anualmente os vedantes (courinhos) das torneiras, misturadores e registros de pressão para garantir a vedação e evitar vazamentos;
        • Limpe e verifique os mecanismos de descarga periodicamente;
        • Verifique o diafragma da torre de entrada e a comporta do mecanismo da caixa acoplada (flapper) a cada 3 anos;
        • Verifique a cada 3 anos as gaxetas, anéis e a estanqueidade dos registros de gaveta, evitando vazamentos;
        • Jogue água nos ralos e sifões quando estes estiverem muito tempo sem uso, para evitar o mau cheiro da rede de esgoto, principalmente no verão;
        • Evite o uso excessivo de detergente nas máquinas de lavar roupa, pois os resíduos destas depositam-se na tubulação, causando futuros entupimentos;
        • Semestralmente, deve ser feita a revisão de rejuntamento das peças sanitárias;
        • Problemas na instalação hidráulica, no trecho entre o reservatório e o registro de derivação de sua unidade, são de responsabilidade do Condomínio;
        • Problemas nos registros e nos trechos posteriores a ele são de responsabilidade do usuário;
        • Defeitos em louças, metais e outros acabamentos devem ser reclamados no ato da vistoria;
        • Os sifões recebem a água servida de pias de cozinha e de lavatórios de banheiros, enviando-a para o esgoto. O copo inferior do sifão detém os detritos sólidos. Este copo deverá ser limpo a cada 3 meses, para evitar a contaminação e o entupimento da rede;
        • Os ralos secos são instalados nos boxes dos chuveiros, nas varandas e nas áreas de serviço. Eles devem ser limpos mensalmente;
        • Os ralos sifonados são instalados nos pisos dos banheiros. Eles devem ser limpos semestralmente;
        • Todos os ralos são providos de grades de proteção (“grelhas”), para impedir a entrada de detritos e objetos de maior tamanho, que poderão causar entupimentos. Estas grelhas somente poderão ser retiradas para as limpezas.
      • Cuidados no uso
        • Não jogue quaisquer objetos nos vasos sanitários que possam causar entupimentos, tais como: absorventes higiênicos, folhas de papel, cotonetes, fio dental, cabelos etc.;
        • Nunca jogue gordura ou resíduo sólido nos ralos das pias e lavatórios, disponha-os diretamente no lixo;
        • Use sempre a grelha de proteção que acompanha as cubas de inox das pias da cozinha;
        • Nunca suba ou se apoie nas louças e bancadas, pois estas podem se quebrar, causando ferimentos;
        • Excesso de louça ou outros objetos dentro da cuba da pia pode provocar seu desprendimento da bancada;
        • Evite batidas nos tubos flexíveis que alimentam os lavatórios e as caixas acopladas dos vasos sanitários;
        • Não utilize torneiras ou registros como apoio ou cabide;
        • Podem aparecer manchas nas louças ocasionadas pela presença de elementos ferrosos na água. Isto é característica da região e não significa que as louças estão danificadas;
        • Deve-se manter vedado o ponto de esgotamento de água da máquina de lavar junto à parede, usando acessórios próprios;
        • Recomenda-se o uso de sabão biodegradável para evitar o retorno da espuma da máquina de lavar;
        • No caso de ausência prolongada do imóvel, mantenha os registros fechados. Quando de sua abertura, abra-os por completo. Estes registros devem funcionar totalmente abertos ou totalmente fechados.
        • Ao instalar filtros, torneiras, etc., tenha cuidado ao atarraxar, pois o excesso de força poderá danificar a saída da tubulação, provocando vazamentos;
        • Ao fechar qualquer torneira de sua casa, basta apertá-la de forma suave, para que seja feita a vedação à passagem de água. O aperto em demasia pode causar danos às buchas de vedação interna;
        • Ralos sifonados e sifões possuem um fecho hídrico, ou seja, uma pequena cortina de água que evita a entrada de mau cheiro proveniente da rede pública de esgoto. Em caso de falta de uso por período prolongado esta água poderá evaporar-se inutilizando o dispositivo. Neste caso basta deixar correr um pouco de água para restabelecer o fecho.
      • Perda de garantia
        • Danos sofridos pelas partes integrantes das instalações em consequência de quedas acidentais, maus tratos, manuseio inadequado, instalação incorreta e erros de especificação;
        • Danos causados por impacto ou perfurações em tubulações (aparentes, embutidas ou enquadradas);
        • Instalação ou uso incorreto dos equipamentos;
        • Danos causados aos equipamentos por limpeza inadequada (produtos químicos, solventes, abrasivos do tipo saponáceo, palha de aço, esponja dupla face);
        • Manobras indevidas, com relação a registros e válvulas;
        • Se for constatado entupimento por quaisquer objetos jogados nos vasos sanitários e ralos, tais como: absorventes higiênicos, folhas de papel, cotonetes, cabelos etc.
        • Se for constatada a falta de troca de vedantes (courinhos) das torneiras;
        • Se for constatada a falta de limpeza nos aeradores, provocando assim acúmulo de resíduos neles;
        • Se for constatada a retirada dos elementos de apoio (mão-francesa, coluna do tanque etc.), provocando a queda ou quebra da peça ou bancada;
        • Se for constatado o uso de produtos abrasivos e/ou limpeza inadequada nos metais sanitários;
        • Se forem constatados nos sistemas hidráulicos, pressões (desregularem da válvula redutora de pressão) e temperaturas -geradores de calor, aquecedores, etc.) discordantes das estabelecidas em projeto;
        • Equipamentos que foram reparados por pessoas não autorizadas pelo serviço de Assistência Técnica;
        • Aplicação de peças não originais ou inadequadas, ou ainda adaptação de peças adicionais sem autorização prévia do fabricante;
        • Equipamentos instalados em locais onde a água é considerada não potável ou contenha impurezas e substâncias estranhas que ocasionem o mau funcionamento do produto;
        • Objetos estranhos no interior do equipamento ou nas tubulações que prejudiquem ou impossibilitem o seu funcionamento;
        • Se não forem tomados os cuidados de uso ou não forem feitas às manutenções preventivas necessárias.

 

    • Ferrugens
      • Limpeza
        • Deve-se proceder à limpeza de fechaduras e ferragens apenas com pano úmido, pois qualquer produto químico pode acarretar remoção da película protetora, ocasionando a sua oxidação;
        • Não utilizar esponjas de aço ou similares.
      • Manutenção
        • Periodicamente, deve-se lubrificar as dobradiças e as fechaduras;
        • As dobradiças devem ser lubrificadas com óleo fino (óleo de máquina);
        • Os cilindros das fechaduras somente deverão ser lubrificados com grafite em pó.
      • Cuidados no uso
        • Os parafusos de fechaduras e dobradiças devem ser mantidos apertados, para evitar empenamento.

 

    • Pintura
      • Limpeza
        • Para limpar pequenas manchas, utilize pano branco umedecido com pequena quantidade de sabão neutro, esfregando o mínimo possível. Não se deve limpar estas superfícies com álcool ou com detergente;
        • Jamais utilizar esponjas ásperas, buchas, palha de aço, lixas e máquinas com jato de pressão;
        • Defeitos e manchas em superfícies devem ser reclamados no ato da vistoria;
      • Manutenção
        • Em caso de necessidade de retoque, deve-se repintar todo o pano da parede (de quina a quina), para evitar diferenças de tonalidades entre a tinta velha e a nova numa mesma parede;
        • Repintar as áreas e os elementos com as mesmas especificações da pintura original (ver especificações no início do manual);
        • Com o tempo, a pintura escurece um pouco, devido à exposição constante à luz natural e à poluição;
        • Não faça retoques em pontos isolados. Em caso de necessidade, pinte toda a parede ou cômodo;
        • Recomenda-se que as paredes sejam repintadas a cada 3 anos, evitando assim o envelhecimento, a perda do brilho e o descascamento;
      • Cuidados no uso
        • Evite atrito nas superfícies pintadas, pois a abrasão pode remover a tinta, deixando manchas;
        • Evite pancadas que marquem ou trinquem a superfície;
        • Evite contato de produtos químicos de limpeza, principalmente produtos ácidos;
        • Evite o contato com pontas de lápis ou canetas.

 

    • Portas de madeira
      • Limpeza
        • A limpeza deve ser feita com flanela ou escova de pelos macios;
        • Não use, em hipótese alguma, detergentes contendo saponáceos, esponjas de aço de nenhuma espécie, ou qualquer outro material abrasivo;
      • Manutenção preventiva
        • Nas portas de madeira envernizadas, recomenda-se um tratamento anual com verniz, pois com o tempo o mesmo vai se tornando opaco, e a cada 3 anos, a raspagem total e reaplicação do verniz. Este serviço deverá ser feito por profissional especializado;
        • Os acabamentos de esquadrias defeituosos devem ser reclamados no ato da vistoria.
      • Cuidados no uso
        • Providencie batedores de porta, a fim de não prejudicar as paredes e maçanetas;
        • Procure manter as portas sempre fechadas para evitar que empenem com o tempo e principalmente com o sol ou danos devido a rajadas de vento;
        • Não molhe constantemente a parte inferior das portas, assim você evita seu apodrecimento;
        • Cuidado especial deve ser tomado com relação às batidas de portas. Além de causar trincas na madeira e na pintura, poderão danificar o revestimento das paredes ou estragar as fechaduras;
        • Para evitar emperramentos de dobradiças e parafusos, verifique que estes estejam sempre firmes e que nenhum objeto se interponha sob as portas;
        • As portas e ferragens não estão dimensionadas para receber aparelhos de ginástica ou equipamentos que causem esforços adicionais.
      • Perda de garantia
        • Se forem instaladas cortinas ou quaisquer aparelhos, tais como persianas, ar condicionado etc., diretamente na estrutura das esquadrias, ou que nelas possam interferir;
        • Se for feita qualquer mudança na esquadria, na sua forma de instalação, na modificação de seu acabamento (especialmente pintura), que altere suas características originais;
        • Se for feito corte do encabeçamento (reforço da folha) da porta;
        • Se não forem tomados os cuidados de uso ou não for feita a manutenção preventiva necessária.

 

    • Rodapé
      • Limpeza
        • A limpeza de rodapés cerâmicos segue as mesmas orientações dos pisos e paredes;
        • Não use detergentes contendo saponáceos, esponjas de aço de nenhuma espécie, ou qualquer outro material abrasivo.

 

    • Vidros
      • Limpeza
        • Para realização da limpeza, deve-se utilizar apenas pano umedecido com álcool ou produtos destinados a este fim;
        • Não utilizar materiais abrasivos, como palha de aço ou escovas de cerdas duras;
        • Deve-se ter cuidado, no momento da limpeza para não danificar as esquadrias de alumínio.
      • Manutenção preventiva
        • Em caso de quebra ou trinca, troque imediatamente a peça para evitar acidentes;
        • No caso de trocas, troque por vidro de mesma característica (cor, espessura, tamanho etc.);
        • Verifique o desempenho das vedações e fixações dos vidros nos caixilhos a cada ano;
        • Os vidros manchados, rachados ou quebrados devem ser reclamados no ato da vistoria.
      • Cuidados no uso
        • Os vidros possuem espessura compatível com a resistência necessária para o seu uso normal. Por essa razão, deve-se evitar qualquer tipo de batida ou pancada na sua superfície ou nos caixilhos;
        • Não abra janelas e portas empurrando o vidro. Utilize sempre os puxadores e fechos;
        • Promover o uso adequado e evitar esforços desnecessários;
        • Não deixe infiltrar água na caixa de molas das portas de vidros.

 

    • Bancadas de granito
      • Limpeza
        • Para a limpeza de granitos em bancadas, soleiras e peitoris, deve-se utilizar água e sabão neutro;
        • Evite o uso de detergentes, abrasivos ou outros produtos ácidos, pois estes podem provocar manchas e corrosões. Cabe ressaltar que muitas vezes ocorrem mudanças naturais de tonalidade nos granitos, sendo este fato consequência do processo natural de mutação destes elementos, e não defeitos como se possa imaginar.
      • Manutenção preventiva
        • Para as bancadas, é recomendável uma impermeabilização periódica com uma camada fina de cera incolor à base de silicone o que, além de proteger, retoma o brilho da peça;
        • Os mesmos cuidados com os rejuntamentos dos azulejos e cerâmicas devem ser tomados com os rejuntamentos dos granitos.
      • Cuidados no uso
        • Deve-se evitar exposição prolongada a ácidos (suco de frutas cítricas, vinagre, etc.), utilizando-se água em abundância para retirar estes elementos;
        • Evite deixar sabonetes diretamente sobre a bancada, o que pode ocasionar manchas;
        • Os produtos que eventualmente caírem sobre estes revestimentos e que possam causar manchas devem ser removidos imediatamente a fim de que a mancha não penetre mais profundamente na pedra.

A partir do momento do recebimento das chaves, e consequente posse do imóvel, a responsabilidade pela conservação do mesmo será inteiramente do proprietário, independentemente das garantias legais que a Remo Incorporadora faz questão de assumir.
A Remo Incorporadora elaborou um dossiê dos empreendimentos contendo os projetos arquitetônico, estrutural, de fundações, elétrico, telefônico, incêndio e hidráulico/sanitário que será entregue ao síndico eleito após o recebimento da área comum. Todas as recomendações contidas no Manual do Usuário devem ser extensivas às áreas de uso comum do condomínio.

  • MANUAL DO PROPRIETÁRIO
    • O Manual do proprietário é um guia elaborado pela construtora com todas informações necessários para que o proprietário possa melhor usufruir, conservar e efetuar manutenções preventivas na unidade.

 

  • RESPONSABILIDADES DA CONSTRUTORA
    • As reclamações por defeitos da obra deverão ser feitas nos prazos determinados pela lei, findos os quais não haverá mais responsabilidades do construtor;
    • A Remo Incorporadora é responsável pelo imóvel segundo as prescrições legais e tem o prazo a contar da assinatura do “Termo de Recebimento do Imóvel”;
    • A Remo não é responsável:
      • pela substituição ou reparo de peças que sofram desgaste natural pelo uso, utilização inadequada ou prolongado desuso e também defeitos decorrentes de mau uso do imóvel, de acidentes de qualquer natureza ou causados por instalações e serviços executados por terceiros, e por modificações sobre o projeto original executados posteriormente pelo proprietário do imóvel;
      • por danos causados pelo uso inadequado do imóvel ou por reformas de alterações feitas no projeto original, mesmo que ainda esteja vigente o prazo de garantia contratualmente estipulado.
    • Existem dois tipos de vícios que a construtora observa nas garantias. Vícios aparentes são aqueles de fácil constatação, detectados na visória para recebimento do imóvel. Vícios não aparentes são aqueles não detectáveis no momento da entrega do imóvel e que podem surgir durante a sua utilização regular.

 

  • SOLICITAÇÃO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA
    • A REMO possui uma Central de Relacionamento com Clientes, que é responsável por registrar e acompanhar os pedidos de assistência técnica. A empresa irá realizar os reparos sem ônus aos proprietários dos defeitos verificados, respeitando sempre as condições e os prazos de garantias estabelecidos. Estes prazos de garantia estão informados no Manual do Proprietário;
    • Quando for necessário realizar algum tipo de serviço de assistência técnica, procure informações e apoio na incorporadora. Na Remo, entre em contato com a Central de Relacionamento com o Cliente através do telefone (62) 3605-0000;
    • Será agendado um horário para visita técnica para que os profissionais façam uma análise da situação e estes determinarão os prazos para eventuais reparos. O diagnóstico e a previsão dos prazos dos reparos serão informados ao proprietário do imóvel através da Central de Relacionamento com Clientes. Esta central também irá verificar a finalização e a qualidade do serviço.
  • RESPONSABILIDADES
    • Ao receber as chaves da sua casa, inicia-se uma nova fase de relacionamento com a Remo Incorporadora. É importante entender quais as solicitações que deverão ser feiras na Incorporadora e quais deverão ser feitas diretamente com a Administração do Condomínio;
    • Com a Remo Incorporadora, o proprietário poderá realizar a abertura de chamados de assistência técnica e pagamento de parcelas referentes à unidade;
    • Com a Administração do Condomínio, o proprietário poderá solicitar boletos, informações ou reclamações das taxas de condomínio, limpeza e segurança das áreas comuns, controle de acesso e agendamento de mudanças.

 

  • CONDOMÍNIO
    • A vida em condomínio é regida por um documento denominado Convenção do Condomínio, onde estão estabelecidos os pontos de acordo entre os proprietários para a convivência dentro do empreendimento. A Convenção do Condomínio é definida pela Assembleia Geral do Condomínio, composta pelos proprietários reunidos com fim específico. Existe uma Minuta de Convenção, elaborada pela Remo Incorporadora, de posse do Condomínio, em obediência á legislação, que servirá como orientação básica para a elaboração da Convenção definitiva;
    • A conservação das partes comuns do Condomínio também faz parte das responsabilidades dos moradores;
    • O regulamento interno do Condomínio discrimina atividades necessárias para essa manutenção, assim como as orientações para rateio de seus custos;
    • Além disso, é muito importante a participação individual de cada morador na conservação e uso adequado, não danificando qualquer parte das áreas comuns ou equipamentos coletivos;
    • As normas estabelecidas na convenção do condomínio e no regulamento interno devem ser cumpridas por todos os moradores do condomínio, independentemente de ser o proprietário ou apenas um usuário da casa;
    • Faz parte, ainda, das obrigações de cada um dos usuários do condomínio a aplicação e o fomento das regras de boa vizinhança.
      • JARDIM
        • Os cuidados com as áreas verdes do condomínio são de inteira responsabilidade do condomínio.
      • DESPESAS DO CONDOMÍNIO
        • As despesas comuns devem ser rateadas entre os condomínios. Dentre estas despesas estão:
          • Energia e água consumidos nas áreas comuns;
          • Material de limpeza;
          • Impostos e taxas;
          • Remuneração de empregados;
          • Outras despesas previstas na Convenção do Condomínio.

 

  • DOCUMENTOS IMPORTANTES
    • Após a efetivação da compra de um imóvel Remo Incorporadora, você receberá alguns documentos importantes.
      • CONTRATO DE COMPRA E VENDA
        O contrato de compra e venda é a minuta elaborada após a análise dos dados do cliente e a aprovação de crédito, é a finalização da venda. É através deste que a Remo tem as informações do cliente para iniciar o relacionamento deste com a empresa. É importante que o cliente mantenha o cadastro sempre atualizado.
      • CONTRATO DE FINANCIAMENTO BANCÁRIO
        O contrato de financiamento bancário é o documento entre o cliente e a instituição financeira, em que este recebe uma liberação de crédito para a destinação de quitação de uma parcela específica do contrato de compra e venda junto com a Construtora.
      • MEMORIAL DESCRITIVO
        Memorial descritivo é o documento que o cliente recebe junto ao Contrato de Compra e Venda. Este documento possui as informações da descrição do condomínio.

 

  • DÚVIDAS FREQUENTES
    • DESPESAS E TAXAS
      • Ao adquirir um imóvel já concluído, o adquirente é responsável pelo pagamento do Imposto sobe a Transmissão de Imóveis, as despesas necessárias para o financiamento bancário (quando seja do interesse do cliente), o registro no Cartório de Registro de Imóveis competente e a Escritura de Confissão de Dívida (quando seja do interesse do cliente);
      • As despesas de condomínio são as despesas que devem ser custeadas por cada condomínio, a contar da instalação do condomínio. O valor é definido na convenção do condomínio e é calculada a partir do rateio da previsão mensal de gastos comuns. Estas despesas englobam as despesas ordinárias (gastos mensais rotineiros) e extraordinárias.
    • ISTI
      O ISTI é o Imposto sobre Transmissão de Imóveis. A prefeitura da cidade onde o imóvel está situado, cobra pela transmissão de bens imóveis e direitos. O adquirente do imóvel é responsável pelo pagamento deste e a guia é retirada no órgão responsável da prefeitura.
    • IPTU
      O IPTU é o Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbano. A prefeitura da cidade onde o imóvel está situado faz o cálculo da cobrança a partir de uma base de cálculo sobre o valor venal do imóvel fornecido pela prefeitura. Este imposto é de responsabilidade do proprietário do imóvel.